Lindo texto! Eu (ainda) não vivi a experiência de morar na roça, mas sempre que vou para a roça sinto exatamente esse reencontro.
É interessante – e triste – como, para lembrar o que é olhar um céu estrelado, ouvir o som natural do mundo e se sentir parte do todo, precisamos viajar horas, sair da lógica que criamos e reencontrar um tempo mais compatível com aquele para o qual fomos feitos. Um tempo mais vivido, e que parece sempre mais pleno do que o tempo que passamos tentando cumprir papéis que só fazem sentido dentro da cidade.
Gostei muito do seu texto! Parabéns!
" Foi uma comunhão simples e profunda, onde a vida e a morte se entrelaçam sem drama, apenas como partes de um mesmo sopro."
Gosto dessa visão realista, sem fantasias, sem terror, sem drama. A simplicidade dos ciclos.
Eu amo morar na roça.
Nasci na cidade e não via a hora de morar na roça.
Hoje na zona rural, não quero outra coisa.
Lindo texto! Eu (ainda) não vivi a experiência de morar na roça, mas sempre que vou para a roça sinto exatamente esse reencontro.
É interessante – e triste – como, para lembrar o que é olhar um céu estrelado, ouvir o som natural do mundo e se sentir parte do todo, precisamos viajar horas, sair da lógica que criamos e reencontrar um tempo mais compatível com aquele para o qual fomos feitos. Um tempo mais vivido, e que parece sempre mais pleno do que o tempo que passamos tentando cumprir papéis que só fazem sentido dentro da cidade.